Castramóvel chega à Santa Luzia

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Além da realização de cirurgias, Prefeitura irá realizar a instalação de microchips para controle, tudo isso só iniciará após período de quarentena gerado pela pandemia do novo coronavírus

Está prestes a chegar ao fim uma grande espera da população luziense. O castramóvel foi entregue na Prefeitura na manhã desta segunda-feira (27). Equipado com materiais modernos de alta tecnologia, e especificações técnicas da Veterinária da Prefeitura, o castramóvel irá auxiliar no projeto de Controle Populacional de Cães e Gatos em Santa Luzia.

A castração atenderá a animais que tiverem tutores com renda abaixo de dois salários mínimos e animais errantes (cães e gatos de rua). Porém, as inscrições ainda não foram iniciadas devido à pandemia do novo coronavírus. “Como teremos uma pré-inscrição que será presencial, fica inviável nesse momento que estamos evitando aglomerações”, explica a médica veterinária e coordenadora do Departamento de Controle em Zoonoses, Viviane Moreira.

O projeto de controle populacional da Secretaria de Saúde já está em fase de conclusão e será encaminhado para o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG), para aprovação em plenária e homologação. Porém, o CRMV também está funcionando de forma parcial, devido à pandemia.

Assim que passar o período de quarentena e o projeto estiver apto, poderão ser castrados animais (cães e gatos) que tiverem tutores com renda familiar até dois salários mínimos – preferencialmente inscritos no CadÚnico e animais errantes; com idade entre seis meses e 7 anos e teste negativo para leishmaniose, desde que não tenham outras doenças.

“Nosso objetivo é conseguir fazer um controle populacional satisfatório, reduzindo o número de cães errantes e consequente as doenças que são transmitidas por eles, como leishmaniose visceral, raiva e esporotricose, que são as que mais circulam no município”, explica a veterinária.

Para isso, enquanto os animais passam pela cirurgia, seus tutores assistirão à palestras orientando sobre a guarda responsável. Outra ferramenta para esse controle serão os microchips, que serão implantados nos animais quando forem castrados. “Isso nos dará todos os dados do animal. Saberemos se já foram castrados e se eram domiciliados ou errantes. Caso sejam domiciliados e encontrados na rua, seus tutores poderão ser responsabilizados por abandono”, explicou Viviane, que reforça o interesse em convidar protetores de animais da cidade para participarem do projeto.

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