Comunidade escolar contorna dificuldades da pandemia com ações criativas

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Nas escolas e UMEIs de Santa Luzia, uma série de ações criativas vem ajudando a comunidade escolar a obter resultados na condução das atividades relacionadas à Cultura e à Educação dos pequenos. São iniciativas que partem dos profissionais da Educação das instituições e que estão alcançando bons resultados.

Na UMEI Cecília Meirelles, no bairro Cristina B, um mural ricamente ilustrado chama a atenção de quem chega. O painel traz cenas de crianças felizes e faz referência a personagens conhecidas daquela comunidade, inclusive retratando paisagens do bairro. A obra é de autoria do vigia da escola, Geferson Andrei dos Santos Souza, o qual teve a ideia e solicitou o apoio da diretora, Simone Campos. Numa das cenas vê-se fantasiado de jacaré um dos alunos da escola que costuma estar sempre fantasiado, noutra está retratado um catador de recicláveis muito conhecido no local, o qual está sempre em companhia de sua matilha de cães.

Já na Escola Municipal Professora Síria Thebit , também no Cristina B, numa iniciativa conjunta de professores e alunos, foi criada a festa junina online, na plataforma Facebook, “Arraiá Virtuá da Síria”, que teve como objetivo – além de alegrar as crianças – arrecadar litros de leite, agasalhos e calçados adultos e infantis para os mais necessitados da comunidade. A ideia teve grande adesão, inclusive de ONGs, e gerou um volume considerável de arrecadações. Na 5ª feira (17/06), dia da semana em que se costuma entregar as atividades da plataforma “Com Clique”, aproveitou-se para concentrar e entregar as doações.

Uma terceira iniciativa, esta na Escola Municipal Ana Zélia de Morais Lara, no bairro São Cosme, onde os estudantes da EJA (Educação de Jovens e Adultos) não estavam motivados a participar das atividades online e tampouco estavam indo à escola buscar material impresso, uma professora , Cláudia Elísia, criou o projeto “Levando o Saber em Duas Rodas” – através do qual, equipada com sua motocicleta, a mestra entrega semanal e pessoalmente à casa dos estudantes as atividades da plataforma “Com Clique” e as atividades complementares que a escola produz –sempre levando na garupa uma das duas supervisoras: Cristina Sacramento e Maria das Graças Marçal. Na mesma viagem, Cláudia aproveita para recolher as atividades feitas pelos estudantes em suas casas.

E por fim, mas não menos importante, por iniciativa de uma professora de Língua Portuguesa, Literatura e Inglês, Patrícia Alves, que pertence à Coordenadoria de Projetos e Ações Pedagógicas da secretaria de Educação, alunos do 8º ano estão sendo incentivados a redigir cartas para refugiados venezuelanos que estão morando no Brasil, em Roraima. Trata-se do projeto “Mi Casa, Tu Casa”, o qual foi desenvolvido em parceria com o jornal Joca, de São Paulo e com a ACNUR, a agência da ONU para os refugiados. A ideia é aproximar e acolher as crianças e jovens do país vizinho à realidade do nosso país. “O objetivo é salvaguardar a dignidade humana das pessoas que sofrem com o deslocamento forçado por meio da Educação e da comunicação responsável”, esclareceu a superintendente de ação pedagógica da secretaria, Cleusa Aparecida Santos.


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