Conselho Municipal dos Direitos da Mulher é reativado em Santa Luzia


Dando prosseguimento à diretriz da atual administração para a reativação dos conselhos municipais, visando maior integração entre os cidadãos e a esfera pública, após a recente reativação dos conselhos de Assistência Social, dos Direitos da Criança e do Adolescente, dos Direitos do Idoso, dos Direitos das Pessoas com Deficiência e das Pessoas com Dependência Química foi reativado nesta quinta-feira (1) o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, o qual, tendo sido criado por lei ordinária em 2008, funcionou até 2012 quando foi desativado.

Em reunião que contou com a presença de cerca de 30 pessoas, realizada pela manhã no auditório da Prefeitura, representantes do governo e da sociedade civil elegeram a vice-presidente e demais membros da mesa diretora. Como, por rodízio, a presidência da gestão do atual biênio, 2019/2021, caberia a um representante do poder público, a presidente indicada foi Cátia Cilene Goulart, superintendente da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social. A vice-presidente eleita, por aclamação, foi Ivete Reis de Souza Raposo, representante do Lions Club.

O conselho recém-reativado será composto por 6 representantes do governo e 6 da sociedade civil. Pela prefeitura, estiveram presentes representantes, além da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social, também das secretarias de Saúde, Segurança Pública, Educação e Finanças. Pela sociedade civil, participaram da reunião representantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), da CAMEL (Câmara das Mulheres Empreendedoras Luzienses), da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), do Lions Club, do Rotary International e do Instituto Esperança, uma ILPI, ou instituição de longa permanência para idosos.

Presentes estavam também o secretário municipal do Desenvolvimento Econômico, Wander Rosa de Carvalho Junior e duas representantes do Legislativo, as vereadoras Suzane Duarte Almada (PT) e Luíza Maria Ferreira Pinto (PTB). As reuniões ordinárias serão a cada 60 dias, sempre na última sexta-feira do mês, com a possibilidade de convocação de reuniões extraordinárias a qualquer momento.

“Temos um desafio: articular uma rede de proteção na violência contra a mulher, mas também promover a geração de renda, criação de creches, aprimoramento da atenção à saúde e, ainda, reunir os diversos grupos que já atuam na discussão das políticas para as mulheres”, disse a nova presidente.



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