Defesa Civil faz blitz educativa contra queimadas

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Cerca de 40 profissionais, entre municipais e estaduais, participaram da blitz educativa contra incêndios florestais, as populares “queimadas”, realizada na tarde da quinta-feira (29) na pista lateral da MG-010, na altura do km 17, bairro Alto São Cosme.

Durante aproximadamente 1 hora, 216 condutores, dentre motoristas e motociclistas, foram parados e receberam um kit composto de uma sacolinha para pendurar na alavanca de câmbio dentro da qual havia uma cartilha sobre a preservação de florestas e um adesivo educativo sobre o tema. O kit continha ainda uma cartilha sobre febre maculosa, um panfleto contra o uso do cerol e um panfleto contra trotes telefônicos aos bombeiros . A ação estava sendo muito bem recebida pelos cidadãos abordados.

Participaram da operação, além dos profissionais da Defesa Civil, soldados do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, soldados da Polícia Rodoviária estadual, guardas da Guarda Civil Municipal de Santa Luzia, brigadistas do IES – Instituto Estadual de Florestas, além de representantes do departamento de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde e também da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Agricultura, Abastecimento e Sustentabilidade.

Esta é a segunda ação da Defesa Civil de Santa Luzia contra as queimadas. A primeira foi outra blitz educativa realizada há cerca de um mês na MG-020, altura da entrada do bairro Pinhões. Nesta época do ano, a incidência de incêndios na mata aumenta muito, tanto pela ausência de chuvas quanto pela presença de ventanias. Mas grande parte delas são intencionais. “Temos constatado que a maioria das queimadas, ao contrário do que se dava no passado, ocorre por vandalismo, e não mais para a limpeza de lotes”, esclareceu o sargento Wesley, do Corpo de Bombeiros.

Atear fogo no mato é crime, cuja pena pode render de 2 a 4 anos de detenção, sem prejuízo de multas e outras sanções. Trata-se de uma ação que polui o ambiente, provoca doenças respiratórias, mata indiscriminadamente animais silvestres e coloca em risco a propriedade. Caso tome conhecimento de atos como este, denuncie através dos fones 0800-283-2323 ou 193.


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