Prefeito e secretários recebem empresários do Distrito Industrial Simão da Cunha, que tiveram seus empreendimentos prejudicados devido às fortes chuvas de Dezembro em Santa Luzia

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O grupo de empresários formado por Gabriel Ribeiro da Reframax, Rogério Cunha da Sigaflux, Rudimar Bonato da Brametal, Walter Neto da Café Dom Pedro, Paulo Faria da Mobi, Russlan Abadieff da Beka, Antônio Velasco da Triunfo, Leoní Prist da Epex, João Arriel da GSL, Margaret Cart representante dos sítios da região, Manoel Nogueira da Orthocrin, Salim Filho da Orthocrin, Marcio Leal da Criopan e Simon Marcos da Reframax, foram recebidos pelo Prefeito Delegado Christiano Xavier e pelos secretários de Secretário de Desenvolvimento Econômico, Leandro Santos, Secretário de Educação, Ermelindo Caetano, Secretário de Obras, Bruno Almeida e Secretário de Meio Ambiente Geraldo Ramires.
O grupo de empresários solicitou algumas intervenções no Distrito Industrial Simão da Cunha, local que foi fortemente afetado pelas chuvas que caíram em Santa Luzia no final do ano passado, como limpeza e drenagem do córrego, limpeza e melhoria das vias e intervenção com maquinários.

Christiano Xavier explicou aos presentes que a Prefeitura de Santa Luzia, assim como a maioria dos municípios de Minas Gerais passa por grave crise financeira, devido a falta de repasses do estado. Sugeriu a elaboração de um projeto de engenharia executivo que visa fazer alterações estruturais no local, para evitar que eventos desta natureza, não causem tantos transtornos e danos às empresas instaladas no local, e se dispôs a enviar uma equipe técnica ao Distrito Industrial Simão da Cunha, na próxima sexta-feira (25) para iniciar este estudo em busca de soluções conjuntas e investimentos para posterior execução do projeto.
Mesmo com as dificuldades, também foi acordado com o grupo, o envio de uma equipe da Secretaria de Obras ao local, na próxima terça-feira (29), para realizar limpeza do canal e córrego e também intervenções para melhoria na estrutura do Distrito Industrial.

A empresária Leony Prist, presidente da EPEX teve um prejuízo estimado em R$ 350 mil. Segundo ela, sua empresa está fechada desde o início do ano e será necessário demitir funcionários. “Meu maquinário foi todo afetado pelo alagamento e não vou conseguir recuperar. Vou ter que terceirizar produtos e serviços e demitir funcionários. A fábrica está parada desde o dia 31 de dezembro”, lamenta a empresária.


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