Prefeitura estuda formas de aumentar as reservas de oxigênio para o enfrentamento da covid-19 para aumentar capacidade de leitos hospitalares

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A Prefeitura de Santa Luzia está analisando, através da secretaria de Saúde, todas as possibilidades para aumentar as reservas disponíveis de oxigênio no Hospital São João de Deus, o único da cidade destinado exclusivamente ao enfrentamento e tratamento da covid-19. Atualmente a instituição conta com um tanque de armazenamento com capacidade para 1 milhão e 100 mil litros, acrescidos de outros 150 mil litros encapsulados em backup (reserva de emergência). Mas o consumo diário do hospital, que antes necessitava de abastecimento de 3 em 3 dias, desde as últimas semana passou a necessitar ser reabastecido diariamente, já que o consumo dos pacientes internados está em  cerca de 800 mil litros/dia. Cada paciente chega a consumir por minuto 15 litros de oxigênio purificado a 100%.

Assim o Prefeito, Delegado Christiano Xavier, em inspeção e reunião que fez no local com equipe médica e diretores da instituição na tarde da quarta-feira (24), autorizou a diretoria da casa a lançar mão dos meios que forem necessários para o aumento das reservas – seja comprando um maior tanque de armazenamento para oxigênio, ou uma nova usina para fabricar oxigênio, já que foi avaliado que não vale a pena recuperar uma antiga pequena usina existente no local e que já não está funcionando. As atuais instalações, além de terem sido construídas há cerca de dez anos, estiveram abandonadas por seis e encontram-se praticamente obsoletas.

Os esforços para assegurar um fornecimento maior e mais seguro de oxigênio envolve a busca em outros estados da federação. Santa Luzia atende pacientes de várias cidades da Região Metropolitana e, em face do agravamento da pandemia, a procura por leitos no HSJD tem aumentado diariamente. Os diretores da casa tranquilizam a população ao afirmar que por ora o hospital conta com tudo o que é necessário para o seu pleno funcionamento: insumos, equipamentos e pessoal técnico. Entretanto, na tentativa de abrir mais leitos para covid, é necessário solucionar a questão do aumento no fornecimento de oxigênio, para o que todos os recursos da Prefeitura já estão sendo alocados, mas que existe uma dificuldade do próprio mercado em oferecer.


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