Santa Luzia celebra os 140 anos da morte de sua baronesa

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Mais de cinquenta pessoas se reuniram na tarde do domingo (2), no Solar da Baronesa, para prestar suas homenagens àquela que é considerada uma das principais beneméritas da cidade: Maria Alexandrina de Almeida, a Baronesa de Santa Luzia – que às 9 da manhã do dia 2 de junho de 1879 falecia na cidade onde havia nascido, São Francisco da Barra, na Bahia, mas que em vida fora uma ilustre cidadã luziense.

As homenagens incluíram uma missa, celebrada pelo pároco Felipe Lemos de Queiróz, no oratório construído dentro do solar, mesmo aposento onde, em 1824, aos 33 anos a baronesa se casou pela primeira vez, com o Barão Manoel Ribeiro Viana. “Hoje é um dia especial também porque é a data em que se comemora a ascensão do Senhor”, disse o padre.

O evento foi organizado pela Associação Cultural Comunitária de Santa Luzia e contou com a presença de autoridades como o secretário municipal da Cultura e Turismo, Ulisses Brasileiro do Couto Filho, e do promotor de Justiça da comarca, Marcos Paulo de Souza Miranda, que também é um apaixonado historiador. Ele diz: “São inúmeras as contribuições da Baronesa para Santa Luzia, passando por generosas doações à Igreja Matriz e ao Hospital São João de Deus, tendo ela sido, inclusive, uma das precursoras do movimento abolicionista”.


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